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Cerimônia de mudança de designação para “Centro de Apoio a Sistemas Logísticos de Defesa” – CASLODE.

 

No dia 28 de novembro de 2018, o Chefe do Estado-Maior Conjunto das Forças Armadas, Almirante de Esquadra Ademir Sobrinho, acompanhando do Chefe de Logística e Mobilização, Almirante de Esquadra Leonardo Puntel, e do Vice Almirante (RM1-IM) Edesio Teixeira Lima Junior, Diretor do Centro de Apoio a Sistemas Logísticos de Defesa, presidiu a cerimônia de descerramento de placa que renomeou o Centro de Catalogação de Defesa (CECADE), que passa a ser designado “Centro de Apoio a Sistemas Logísticos de Defesa” – CASLODE.

 

A renomeação se deu em função do conjunto de macrotarefas atribuídas ao CASLODE, que nitidamente extrapolam o domínio circunscrito à atividade de catalogação e que passaram a formatar um ambiente de interação sistêmica numa dimensão mais abrangente, inclusive com desdobramentos internacionais, isto porque além de participação do Brasil no Allied Committee 135, Comitê Aliado da OTAN de Catalogação, por mais de 20 anos, desde outubro do ano corrente, o Brasil passou a fazer parte do Allied Committee 327, Comitê Aliado da OTAN de Gerenciamento do Ciclo de Vida, ambos como partnership, sendo o único país não OTAN e não europeu a participar de ambos os Comitês.

 

Fruto do dimensionamento de fluxos de conhecimento gerados a partir da atividade de catalogação em prol da logística, mobilização e interoperabilidade, foram identificados fluxos sistêmicos de conhecimento que poderão contribuir para o aprimoramento dos sistemas de apoio logístico das Forças, notadamente no que se refere às Funções Logísticas Manutenção e Suprimento, a partir das visões técnicas e gerenciais captadas no detalhamento das cadeias produtivas do material empregado nas Forças, quer sejam nacionais ou importados.

 

Desta forma, o CASLODE passa a ter as seguintes macrotarefas:

I - supervisionar e dirigir o Sistema de Catalogação de Defesa (SISCADE);

II - verificar, registrar e acompanhar a conformidade legal da Base Industrial de Defesa;

III - coordenar o desenvolvimento da Doutrina sobre a Gestão do Ciclo de Vida de Sistemas e Produtos de Defesa (GCVSD) no âmbito do MD e Forças; e

IV – servir como plataforma de tecnologia da informação para a Gestão do Conhecimento da Base Industrial de Defesa.

 

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